Pensamentos sobre: ATOS 4: 5 - 12
Estamos diante de um grande problema. O poder de Deus, atuando através de Pedro e João, causou um rebuliço na cidade. Não se fala em outra coisa nos bares e praças. Com certeza, todos os meios de comunicação dariam a devida atenção ao fato, é claro, com sua ênfase característica:
Gazeta do Povo de Israel:
HOMEM PARALÍTICO DE 40 ANOS MISTERIOSAMENTE VOLTA A ANDAR
Revista Veja:
O PODER DA HIPNOSE
CIENTISTAS COMPROVAM QUE A PARALISIA PODE SER CURADA COM O USO DA AUTOSUGESTAO.
Tribuna de Jerusalém:
DESMASCARADO O FARSANTE QUE FINGIU POR 40 ANOS SER PARALÍTICO
De alguma forma, se os meios de comunicação eram semelhantes aos nossos, a informação que corria à boca pequena, nos bares, cantos e becos da velha Jerusalém já não era exatamente (e imparcialmente) fiel aos acontecimentos. Os boatos se espalharam por todos os bairros. Haviam aqueles que falavam sobre Deus e seu poder curando o coxo da porta do templo. Alguns arriscavam a dizer que viram ET’s saindo de um disco voador e levantando aquele pobre paralítico (estes criaram até uma sociedade de estudos ufológicos!). Outros ainda acreditavam que o homem não era paralítico de verdade: “... hoje em dia, o que as pessoas não fazem para ganhar um dinheiro fácil, hein!? É sempre bom aparecer alguém para desmascarar esses impostores...”
E Pedro e João? Onde estavam? O que faziam? Como receberam o impacto da atuação sobrenatural de Deus na mediocridade cotidiana de Jerusalém? Provavelmente, os dois discípulos protagonistas desse capítulo não tinham a menor idéia das proporções que aquele acontecimento alcançaria. Presos no cárcere municipal, a única certeza que tinham era a de que Deus tinha feito a Sua vontade através de suas vidas de que nenhum dos Seus planos poderia ser frustrado. Tudo estava sob o Controle daquele que era soberano sobre todas as coisas. Na prisão, Pedro e João oravam e esperavam, cientes do Deus ao qual serviam!
Certos estavam eles! A ocasião que estava por vir demandaria muita oração.
Em um prazo de 24 horas, todos os setores do governo se reuniram, desmarcaram compromissos inadiáveis em suas agendas superlotadas, passaram por cima de todos os trâmites burocráticos e marcaram uma assembléia geral. Os nomes mais importantes da época, as pessoas mais influentes, representantes da cultura, do governo, da religião estavam lá. Atentos.
Interrogam os dois detidos: “Como é que aconteceu isso? Como vocês fizeram? Com que poder!?”
O interrogatório tinha um tom de inquérito criminalístico, mas Pedro e João sabiam que não tinham cometido crime algum. O que tinham feito era trazer o evangelho pleno (salvação do corpo, da alma e do Espírito) à vida daquele homem que, por sinal, pulava de alegria de um lado para o outro na companhia dos dois.
Chega então a hora de se responderem às perguntas. O que aconteceu naquela sessão extraordinária, é o que podemos ler nos versículos 10, 11 e 12 do trecho bíblico. Uma verdadeira pregação evangelística! Fiel! Em primeira mão! Para os líderes de um povo! Uma oportunidade única estava tomando lugar.
Os planos de Deus nunca são frustrados, e a prova mais clara e concreta estava bem ali, diante dos olhos de Pedro e João. Os governantes, os eruditos, as cabeças pensantes e regentes da sociedade estavam juntas, ouvindo a palavra de Deus. Tal oportunidade seria praticamente impossível em outra situação. Não haveria tempo nas agendas, processos burocráticos, formulários, requerimentos teriam que ser preenchidos e, talvez alguns meses depois, poderiam os dois ter a chance de ter cinco minutos na presença cética de alguns deles. Mas Deus preparou de antemão aquele momento para que os líderes e as autoridades pudessem ouvir, da boca de Pedro e João, as palavras da salvação.
Na resposta de Pedro aos seus inquisidores, todos os pontos chaves do evangelho foram abordados. O pecado (“...vós crucificastes...”), o poder de Deus (“...ressuscitou dentre os mortos...”) e a unicidade de Cristo (“...não há salvação em nenhum outro...”).
Cheio do Espírito Santo, Pedro, discípulo de Jesus, fala sobre a essência do evangelho. Nada de boatos. Nada do tipo: “o povo anda dizendo que o evangelho é assim”. Deus deu a Pedro e João a oportunidade de falar das coisas que viram e ouviram. Pregar sobre o poder de Deus em suas vidas e através de suas vidas. Testemunhar do Seu infinito amor e da Sua misericórdia para conosco através de Jesus. Uma tremenda chance! Uma imperdível oportunidade!
E tal como Pedro e João estavam, estamos também nós diante da mesma chance. Deus nos chama a pregar para aqueles que conhecem o evangelho somente através dos boatos populares, através da ofuscada cena da multidão de enganos maculando a palavra de Deus em nossos dias.
O Senhor quer pessoas fiéis em Seu ministério. Pessoas que saibam do que estão falando; que vivam a palavra que pregam. Pessoas que não percam as oportunidades. Pessoas que tenham a coragem de dizer: “Jesus não tem nada a ver com aquilo que você anda ouvindo! Olhe para minha vida e deixe-me falar sobre o Jesus que eu conheço e sigo!”
Que Deus nos ajude
Um abraço,
Jeyson Cordeiro
Gazeta do Povo de Israel:
HOMEM PARALÍTICO DE 40 ANOS MISTERIOSAMENTE VOLTA A ANDAR
Revista Veja:
O PODER DA HIPNOSE
CIENTISTAS COMPROVAM QUE A PARALISIA PODE SER CURADA COM O USO DA AUTOSUGESTAO.
Tribuna de Jerusalém:
DESMASCARADO O FARSANTE QUE FINGIU POR 40 ANOS SER PARALÍTICO
De alguma forma, se os meios de comunicação eram semelhantes aos nossos, a informação que corria à boca pequena, nos bares, cantos e becos da velha Jerusalém já não era exatamente (e imparcialmente) fiel aos acontecimentos. Os boatos se espalharam por todos os bairros. Haviam aqueles que falavam sobre Deus e seu poder curando o coxo da porta do templo. Alguns arriscavam a dizer que viram ET’s saindo de um disco voador e levantando aquele pobre paralítico (estes criaram até uma sociedade de estudos ufológicos!). Outros ainda acreditavam que o homem não era paralítico de verdade: “... hoje em dia, o que as pessoas não fazem para ganhar um dinheiro fácil, hein!? É sempre bom aparecer alguém para desmascarar esses impostores...”
E Pedro e João? Onde estavam? O que faziam? Como receberam o impacto da atuação sobrenatural de Deus na mediocridade cotidiana de Jerusalém? Provavelmente, os dois discípulos protagonistas desse capítulo não tinham a menor idéia das proporções que aquele acontecimento alcançaria. Presos no cárcere municipal, a única certeza que tinham era a de que Deus tinha feito a Sua vontade através de suas vidas de que nenhum dos Seus planos poderia ser frustrado. Tudo estava sob o Controle daquele que era soberano sobre todas as coisas. Na prisão, Pedro e João oravam e esperavam, cientes do Deus ao qual serviam!
Certos estavam eles! A ocasião que estava por vir demandaria muita oração.
Em um prazo de 24 horas, todos os setores do governo se reuniram, desmarcaram compromissos inadiáveis em suas agendas superlotadas, passaram por cima de todos os trâmites burocráticos e marcaram uma assembléia geral. Os nomes mais importantes da época, as pessoas mais influentes, representantes da cultura, do governo, da religião estavam lá. Atentos.
Interrogam os dois detidos: “Como é que aconteceu isso? Como vocês fizeram? Com que poder!?”
O interrogatório tinha um tom de inquérito criminalístico, mas Pedro e João sabiam que não tinham cometido crime algum. O que tinham feito era trazer o evangelho pleno (salvação do corpo, da alma e do Espírito) à vida daquele homem que, por sinal, pulava de alegria de um lado para o outro na companhia dos dois.
Chega então a hora de se responderem às perguntas. O que aconteceu naquela sessão extraordinária, é o que podemos ler nos versículos 10, 11 e 12 do trecho bíblico. Uma verdadeira pregação evangelística! Fiel! Em primeira mão! Para os líderes de um povo! Uma oportunidade única estava tomando lugar.
Os planos de Deus nunca são frustrados, e a prova mais clara e concreta estava bem ali, diante dos olhos de Pedro e João. Os governantes, os eruditos, as cabeças pensantes e regentes da sociedade estavam juntas, ouvindo a palavra de Deus. Tal oportunidade seria praticamente impossível em outra situação. Não haveria tempo nas agendas, processos burocráticos, formulários, requerimentos teriam que ser preenchidos e, talvez alguns meses depois, poderiam os dois ter a chance de ter cinco minutos na presença cética de alguns deles. Mas Deus preparou de antemão aquele momento para que os líderes e as autoridades pudessem ouvir, da boca de Pedro e João, as palavras da salvação.
Na resposta de Pedro aos seus inquisidores, todos os pontos chaves do evangelho foram abordados. O pecado (“...vós crucificastes...”), o poder de Deus (“...ressuscitou dentre os mortos...”) e a unicidade de Cristo (“...não há salvação em nenhum outro...”).
Cheio do Espírito Santo, Pedro, discípulo de Jesus, fala sobre a essência do evangelho. Nada de boatos. Nada do tipo: “o povo anda dizendo que o evangelho é assim”. Deus deu a Pedro e João a oportunidade de falar das coisas que viram e ouviram. Pregar sobre o poder de Deus em suas vidas e através de suas vidas. Testemunhar do Seu infinito amor e da Sua misericórdia para conosco através de Jesus. Uma tremenda chance! Uma imperdível oportunidade!
E tal como Pedro e João estavam, estamos também nós diante da mesma chance. Deus nos chama a pregar para aqueles que conhecem o evangelho somente através dos boatos populares, através da ofuscada cena da multidão de enganos maculando a palavra de Deus em nossos dias.
O Senhor quer pessoas fiéis em Seu ministério. Pessoas que saibam do que estão falando; que vivam a palavra que pregam. Pessoas que não percam as oportunidades. Pessoas que tenham a coragem de dizer: “Jesus não tem nada a ver com aquilo que você anda ouvindo! Olhe para minha vida e deixe-me falar sobre o Jesus que eu conheço e sigo!”
Que Deus nos ajude
Um abraço,
Jeyson Cordeiro