Mon, Apr 20, 2009
Pensamentos sobre: ATOS 5: 1 - 12 ... e o assassino não morreu...
Olá Pessoas:
Eis agora, diante de todos nós, a história de um assassinato. Os personagens desta história, estão quase todos mortos. As vítimas? Um casal inofensivo da classe média de uma cidade de médio porte. O local do crime? Uma sala de reuniões no centro da cidade, onde realizavam-se encontros religiosos periódicos. O pacífico casal teria ido até o local para fazer uma doação quando foi fulminantemente assassinado. A arma do crime? Um mistério. Impecavelmente, o assassino não deixou nenhuma evidência da arma que utilizou. O cúmplice do assassinato? Um pescador que, de alguns anos para cá, largou a pescaria e se lançou como itinerante pelo mundo. O mentor do crime? Ainda está vivo, pasmem vocês.
“Mas um certo homem, chamado Ananias, com Safira, sua mulher, vendeu uma propriedade, e reteve parte do preço, sabendo-o também sua mulher; e, levando uma parte, a depositou aos pés dos apóstolos. Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da propriedade? Guardando-a não ficava pra ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus. E Ananias, ouvindo estas palavras, caiu e expirou. E um grande temos veio sobre todos os que isto ouviram. E levantando-se os moços, cobriram o morto e, transportando-o para fora, o sepultaram. E, passando um espaço quase de três horas, entrou também sua mulher, não sabendo o que havia acontecido. E disse-lhe Pedro: Dizei-me, vendeste por tanto aquela propriedade? E ela disse: Sim, por tanto. Então Pedro lhe disse: Por que é que entre vós vos concertastes para tentar o Espírito do Senhor? Eis aí à porta os pés dos que sepultaram o teu marido, e também te levarão a ti. E logo caiu aos seus pés, e expirou. E, entrando os moços, acharam-na morta, e a sepultaram junto de seu marido. E houve um grande temor em toda a igreja, e em todos os que ouviram estas coisas.” Atos dos Apóstolos, capítulo 5, versículos de 1 a 12.
Embasbacados? Estarrecidos com a história? Ou mesmo possuídos de grande temor? Pois é, nesse caso, não há fatos escondidos e nem verdades que precisam de melhor interpretação. O texto é implacavelmente claro. Mentiram ao Espírito Santo e morreram.
Agora, nesse exato momento onde lemos este estudo, nosso senso de justiça se inquieta dentro de nós. Ah, se fosse Pedro quem houvesse se atirado contra Ananias e o matado, então estaríamos prontos a acusar o apóstolo e submetê-lo aos mais severos juízos. Afinal, que tipo de amor ao próximo é esse? O homem vai fazer uma doação para igreja e, só porque não quis doar tudo o que tem, ele é morto!? Nosso senso de justiça grita dentro de nós. Mas aí, nesse exato momento, tropeçamos na constatação de que Pedro não moveu uma palha contra Ananias e Safira. Pedro apenas evidenciou que o que Ananias tinha feito era mentir para Deus e não para homens e então, no momento em que Ananias ouviu essas palavras, Deus mesmo se encarregou de matá-lo. Não foi Pedro quem tirou a vida daquele casal de membros da comunidade cristã, foi o próprio Deus.
Aliás, Pedro provavelmente ficou tão estarrecido quanto nós, visto que o que ele havia falado a Ananias era a exortação com a qual ele pregava retidão a todos daquela igreja. Não encontraremos nas palavras do apóstolo nada que indique uma ira fulminante contra aqueles dois. Sua exortação foi em amor, à mesma medida que exortava a Barnabé, nos versículos 36 e 37 do capítulo anterior. E agora estamos nós três, Pedro, você e eu, perplexos diante do cadáver imóvel de um homem aniquilado pela poderosa mão de Deus. Nosso senso de justiça? Engolimos a seco, afinal de contas, foi Deus quem agiu ali. Ficamos quietos por alguns instantes, possuídos de temor, mas... mas... depois de alguns minutos, inevitavelmente surge a pergunta dentro de nós: Mas por que tanta severidade? Por que um julgamento tão impiedoso? Por quê matá-los dessa maneira? Vejamos as respostas que o próprio texto bíblico nos traz em suas linhas e entrelinhas.
Em primeiro lugar olhamos um pouco para esse casal de membros da comunidade. Ananias chega em casa, depois da reunião de oração e comenta com sua mulher: “Ontem à noite, Barnabé, trouxe uma maleta cheia de dinheiro e deu aos apóstolos. Ele vendeu aquele terreno que tinha ficado de herança para ele. Falou que iria aprender a viver pela fé; que o terreno que possuía, na verdade não era dele, e sim de Deus e que o que estava fazendo ali, aos pés dos apóstolos era simplesmente devolver aquilo que Deus lhe tinha emprestado, certo de que todas as suas necessidades não eram ocultas a seu Senhor.” “Puxa vida”, responde sua mulher, “que gesto bonito esse. Realmente Barnabé é um homem de coragem, né?” “É o que andam comentando lá na igreja, querida. Todos estão falando do exemplo que ele deu.” ... {silêncio} .... Depois de um tempo sua esposa fala: “Nosso terreno aqui tem mais que o dobro de metragem que o terreno que era de Barnabé, não é mesmo?...”. E desse ponto em diante, imaginamos os dois sentados na cozinha de sua casa planejando a venda do terreno e a doação para a igreja. Entretanto, viver única e exclusivamente na dependência de Deus era muito arriscado para eles. Consequentemente, eles guardaram uma determinada quantia reservada para qualquer eventualidade que surgisse e seguiram a caminho da comunidade. Ananias, na função de marido, fora levar a doação, enquanto Safira, sua mulher, iria ao banco, levando consigo a outra metade da quantia; ambos indoutos de sua saga. Minutos depois, Ananias estaria sendo enterrado pelos jovens da comunidade.
Por que tanta severidade da parte de Deus? Será que o dinheiro doado não seria suficiente para se distribuir aos que tinham necessidade? Por que Pedro os exortou daquela maneira? Imaginem tal coisa acontecendo em nossos dias. Um pastor exortando severamente uma pessoa que estava doando uma quantia referente a uma parte de uma fazenda. Inconcebível. Em nossos dias, agradeceríamos imensamente a doação, mesmo sabendo que não era tudo o que possuíam. Sem dúvida, lhe ofereceríamos café, bolachas, e certamente uma menção honrosa de sua doação nos cultos da manhã e da noite.
Entretanto, a verdade que nos salta aos olhos quando olhamos a exortação de Pedro e o juízo implacável de Deus, é que, na verdade, ali naquela sala de reuniões não estava sendo tratado um caso de um tesouro dividido e sim, um caso de coração dividido. Não era pelo dinheiro que Ananias e sua esposa foram executados e sim, pela sua atitude de coração. Não confiaram no Deus que fazia prodígios e maravilhas diante de seus olhos. Não entregaram toda a sua vida. Eram um casal simpático ao evangelho mas não envolvido pela sua verdade. Gostavam das reuniões de oração e dos cultos de louvor, e até contribuíam significativamente para a igreja. Entretanto, suas vidas não eram totalmente consagradas a Deus. No meio da comunidade fervente em amor, a mornidão de um casal não consagrado deveria ser expurgada.
E é exatamente esse o motivo pelo qual Deus os trata com tanta severidade. Não são os perversos que arruinam o testemunho da igreja. São os mornos de coração! O senhor Deus abomina veementemente essa mornidão de alma (vide Ap. 3-15s) e, para o crescimento da igreja primitiva, elimina fulminantemente o mal do meio dela.
E quanto a nós, que somos chamados para constituir a igreja de nossos dias? Se estamos na comunidade, com certeza já não somos mais frios. Porém, há um perigo muito maior agora. Depois de aquecidos pela fé no filho de Deus, pelo compromisso com Jesus Cristo, corremos o risco de ficarmos mornos e, consequentemente, abomináveis diante dos olhos do Pai. E sendo assim, mornos e insossos na vivência da fé cristã, estamos contribuindo para o apodrecimento espiritual da comunidade onde estamos, a exemplo de uma fruta apodrecida no meio de um cesto repleto de boas frutas. Lentamente, traremos podridão à nossa volta e mancharemos o nome da Igreja de Jesus com a nossa falta de coragem de assumir um compromisso real, profundo e sincero com Deus.
Esse texto nos convida ao temor e ao arrependimento. Ele nos evidencia que Deus não quer meios corações. Deus terminantemente não aceita ser colocado como um caminho, uma escolha. A unicidade de Jesus Cristo e o requerer da exclusividade que Deus exige são irrevogáveis. Ou você crê em Deus e se entrega a Ele, ou não. Estar na metade do caminho não adianta, não vale nada. Quase crer não vale nada. Uma porta quase fechada não impede o ladrão de entrar. Aquele que quase crê, na verdade, duvida. Aquilo que é quase quente, é morno. E, da mesma forma, aquele que é quase consagrado a Deus é abominável a Seus olhos, mais do que o descrente. O chamado que Deus nos faz através do triste exemplo de Ananias e Safira é o de nos colocarmos diante de Dele e clamar por sua misericórdia e por seu poder em nossas vidas de maneira que, a cada dia nos consagremos mais e mais àquele que nos criou para o seu louvor. Oremos incessantemente para que a nossa fé não esfrie e se torne, consequentemente, morna. Que sejamos aquecidos no presente pela chama do amor de Cristo para que, no futuro, não sejamos cremados pela chama ardente do Seu juízo irremediável.
Que Deus nos ajude.
Um forte abraço,
Jeyson Cordeiro.
Eis agora, diante de todos nós, a história de um assassinato. Os personagens desta história, estão quase todos mortos. As vítimas? Um casal inofensivo da classe média de uma cidade de médio porte. O local do crime? Uma sala de reuniões no centro da cidade, onde realizavam-se encontros religiosos periódicos. O pacífico casal teria ido até o local para fazer uma doação quando foi fulminantemente assassinado. A arma do crime? Um mistério. Impecavelmente, o assassino não deixou nenhuma evidência da arma que utilizou. O cúmplice do assassinato? Um pescador que, de alguns anos para cá, largou a pescaria e se lançou como itinerante pelo mundo. O mentor do crime? Ainda está vivo, pasmem vocês.
“Mas um certo homem, chamado Ananias, com Safira, sua mulher, vendeu uma propriedade, e reteve parte do preço, sabendo-o também sua mulher; e, levando uma parte, a depositou aos pés dos apóstolos. Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da propriedade? Guardando-a não ficava pra ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus. E Ananias, ouvindo estas palavras, caiu e expirou. E um grande temos veio sobre todos os que isto ouviram. E levantando-se os moços, cobriram o morto e, transportando-o para fora, o sepultaram. E, passando um espaço quase de três horas, entrou também sua mulher, não sabendo o que havia acontecido. E disse-lhe Pedro: Dizei-me, vendeste por tanto aquela propriedade? E ela disse: Sim, por tanto. Então Pedro lhe disse: Por que é que entre vós vos concertastes para tentar o Espírito do Senhor? Eis aí à porta os pés dos que sepultaram o teu marido, e também te levarão a ti. E logo caiu aos seus pés, e expirou. E, entrando os moços, acharam-na morta, e a sepultaram junto de seu marido. E houve um grande temor em toda a igreja, e em todos os que ouviram estas coisas.” Atos dos Apóstolos, capítulo 5, versículos de 1 a 12.
Embasbacados? Estarrecidos com a história? Ou mesmo possuídos de grande temor? Pois é, nesse caso, não há fatos escondidos e nem verdades que precisam de melhor interpretação. O texto é implacavelmente claro. Mentiram ao Espírito Santo e morreram.
Agora, nesse exato momento onde lemos este estudo, nosso senso de justiça se inquieta dentro de nós. Ah, se fosse Pedro quem houvesse se atirado contra Ananias e o matado, então estaríamos prontos a acusar o apóstolo e submetê-lo aos mais severos juízos. Afinal, que tipo de amor ao próximo é esse? O homem vai fazer uma doação para igreja e, só porque não quis doar tudo o que tem, ele é morto!? Nosso senso de justiça grita dentro de nós. Mas aí, nesse exato momento, tropeçamos na constatação de que Pedro não moveu uma palha contra Ananias e Safira. Pedro apenas evidenciou que o que Ananias tinha feito era mentir para Deus e não para homens e então, no momento em que Ananias ouviu essas palavras, Deus mesmo se encarregou de matá-lo. Não foi Pedro quem tirou a vida daquele casal de membros da comunidade cristã, foi o próprio Deus.
Aliás, Pedro provavelmente ficou tão estarrecido quanto nós, visto que o que ele havia falado a Ananias era a exortação com a qual ele pregava retidão a todos daquela igreja. Não encontraremos nas palavras do apóstolo nada que indique uma ira fulminante contra aqueles dois. Sua exortação foi em amor, à mesma medida que exortava a Barnabé, nos versículos 36 e 37 do capítulo anterior. E agora estamos nós três, Pedro, você e eu, perplexos diante do cadáver imóvel de um homem aniquilado pela poderosa mão de Deus. Nosso senso de justiça? Engolimos a seco, afinal de contas, foi Deus quem agiu ali. Ficamos quietos por alguns instantes, possuídos de temor, mas... mas... depois de alguns minutos, inevitavelmente surge a pergunta dentro de nós: Mas por que tanta severidade? Por que um julgamento tão impiedoso? Por quê matá-los dessa maneira? Vejamos as respostas que o próprio texto bíblico nos traz em suas linhas e entrelinhas.
Em primeiro lugar olhamos um pouco para esse casal de membros da comunidade. Ananias chega em casa, depois da reunião de oração e comenta com sua mulher: “Ontem à noite, Barnabé, trouxe uma maleta cheia de dinheiro e deu aos apóstolos. Ele vendeu aquele terreno que tinha ficado de herança para ele. Falou que iria aprender a viver pela fé; que o terreno que possuía, na verdade não era dele, e sim de Deus e que o que estava fazendo ali, aos pés dos apóstolos era simplesmente devolver aquilo que Deus lhe tinha emprestado, certo de que todas as suas necessidades não eram ocultas a seu Senhor.” “Puxa vida”, responde sua mulher, “que gesto bonito esse. Realmente Barnabé é um homem de coragem, né?” “É o que andam comentando lá na igreja, querida. Todos estão falando do exemplo que ele deu.” ... {silêncio} .... Depois de um tempo sua esposa fala: “Nosso terreno aqui tem mais que o dobro de metragem que o terreno que era de Barnabé, não é mesmo?...”. E desse ponto em diante, imaginamos os dois sentados na cozinha de sua casa planejando a venda do terreno e a doação para a igreja. Entretanto, viver única e exclusivamente na dependência de Deus era muito arriscado para eles. Consequentemente, eles guardaram uma determinada quantia reservada para qualquer eventualidade que surgisse e seguiram a caminho da comunidade. Ananias, na função de marido, fora levar a doação, enquanto Safira, sua mulher, iria ao banco, levando consigo a outra metade da quantia; ambos indoutos de sua saga. Minutos depois, Ananias estaria sendo enterrado pelos jovens da comunidade.
Por que tanta severidade da parte de Deus? Será que o dinheiro doado não seria suficiente para se distribuir aos que tinham necessidade? Por que Pedro os exortou daquela maneira? Imaginem tal coisa acontecendo em nossos dias. Um pastor exortando severamente uma pessoa que estava doando uma quantia referente a uma parte de uma fazenda. Inconcebível. Em nossos dias, agradeceríamos imensamente a doação, mesmo sabendo que não era tudo o que possuíam. Sem dúvida, lhe ofereceríamos café, bolachas, e certamente uma menção honrosa de sua doação nos cultos da manhã e da noite.
Entretanto, a verdade que nos salta aos olhos quando olhamos a exortação de Pedro e o juízo implacável de Deus, é que, na verdade, ali naquela sala de reuniões não estava sendo tratado um caso de um tesouro dividido e sim, um caso de coração dividido. Não era pelo dinheiro que Ananias e sua esposa foram executados e sim, pela sua atitude de coração. Não confiaram no Deus que fazia prodígios e maravilhas diante de seus olhos. Não entregaram toda a sua vida. Eram um casal simpático ao evangelho mas não envolvido pela sua verdade. Gostavam das reuniões de oração e dos cultos de louvor, e até contribuíam significativamente para a igreja. Entretanto, suas vidas não eram totalmente consagradas a Deus. No meio da comunidade fervente em amor, a mornidão de um casal não consagrado deveria ser expurgada.
E é exatamente esse o motivo pelo qual Deus os trata com tanta severidade. Não são os perversos que arruinam o testemunho da igreja. São os mornos de coração! O senhor Deus abomina veementemente essa mornidão de alma (vide Ap. 3-15s) e, para o crescimento da igreja primitiva, elimina fulminantemente o mal do meio dela.
E quanto a nós, que somos chamados para constituir a igreja de nossos dias? Se estamos na comunidade, com certeza já não somos mais frios. Porém, há um perigo muito maior agora. Depois de aquecidos pela fé no filho de Deus, pelo compromisso com Jesus Cristo, corremos o risco de ficarmos mornos e, consequentemente, abomináveis diante dos olhos do Pai. E sendo assim, mornos e insossos na vivência da fé cristã, estamos contribuindo para o apodrecimento espiritual da comunidade onde estamos, a exemplo de uma fruta apodrecida no meio de um cesto repleto de boas frutas. Lentamente, traremos podridão à nossa volta e mancharemos o nome da Igreja de Jesus com a nossa falta de coragem de assumir um compromisso real, profundo e sincero com Deus.
Esse texto nos convida ao temor e ao arrependimento. Ele nos evidencia que Deus não quer meios corações. Deus terminantemente não aceita ser colocado como um caminho, uma escolha. A unicidade de Jesus Cristo e o requerer da exclusividade que Deus exige são irrevogáveis. Ou você crê em Deus e se entrega a Ele, ou não. Estar na metade do caminho não adianta, não vale nada. Quase crer não vale nada. Uma porta quase fechada não impede o ladrão de entrar. Aquele que quase crê, na verdade, duvida. Aquilo que é quase quente, é morno. E, da mesma forma, aquele que é quase consagrado a Deus é abominável a Seus olhos, mais do que o descrente. O chamado que Deus nos faz através do triste exemplo de Ananias e Safira é o de nos colocarmos diante de Dele e clamar por sua misericórdia e por seu poder em nossas vidas de maneira que, a cada dia nos consagremos mais e mais àquele que nos criou para o seu louvor. Oremos incessantemente para que a nossa fé não esfrie e se torne, consequentemente, morna. Que sejamos aquecidos no presente pela chama do amor de Cristo para que, no futuro, não sejamos cremados pela chama ardente do Seu juízo irremediável.
Que Deus nos ajude.
Um forte abraço,
Jeyson Cordeiro.